Rodrigo Titon
Vozes do Propósito | 1° Mentoria

Rodrigo Titon

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Rodrigo Titon iniciou sua carreira muito jovem na construção civil, em uma construtora de Curitiba, atuando inicialmente em funções operacionais no canteiro de obras. Ao longo de quase 30 anos de trajetória no Grupo CR Almeida, construiu uma carreira sólida, migrando gradualmente para funções administrativas e estratégicas.

Rodrigo Titon iniciou sua carreira muito jovem na construção civil, em uma construtora de Curitiba, atuando inicialmente em funções operacionais no canteiro de obras. Ao longo de quase 30 anos de trajetória no Grupo CR Almeida, construiu uma carreira sólida, migrando gradualmente para funções administrativas e estratégicas.

Com o tempo, desenvolveu forte atuação na área de gestão e administração, até assumir a posição de Diretor Administrativo-Financeiro da CRASA, divisão do grupo especializada em obras de construção pesada, como pontes, viadutos, aeroportos e metrôs.

Paralelamente à carreira executiva, também teve atuação relevante em entidades de gestão de pessoas. Foi diretor e presidente do Conselho da ABRH-PR. Conselheiro certificado pelo IBGC, segue investindo em sua formação acadêmica, e atualmente é doutorando da FGV – EAESP. É também autor de livros infantis.

Participar do Líder com Proposito foi, de certa forma, um desafio pessoal. Eu sou uma pessoa naturalmente mais reservada e tímida, então estar em um ambiente tão intimista não era exatamente a minha zona de conforto. Mas, à medida que o André foi conduzindo os encontros, algo que me chamou muito a atenção foi a maturidade da turma. Não havia disputa nem aquela tentativa de mostrar apenas histórias de sucesso. Foi criado um ambiente muito aberto, em que todos se sentiram à vontade para falar das próprias fragilidades, dúvidas e desafios.

Isso gerou um ambiente muito forte de lealdade, respeito e cumplicidade. As trocas foram muito importantes e esse vínculo permaneceu mesmo depois do programa. A gente continua se encontrando e conversando.

Outro ponto que me marcou foi a forma muito verdadeira como o André Caldeira trouxe temas como meditação, autocontrole e a importância de você estar bem consigo mesmo antes de começar o dia ou conduzir uma reunião. Não como algo pontual, mas como uma prática diária. Ele também mostrou suas próprias fragilidades, seus medos e inseguranças, o que criou um ambiente de igualdade entre todos.

Também ficou muito forte para mim a questão da disciplina (espiritual, mental, profissional e social) reforçada pelo exemplo do próprio André.

Eu acho que o ser humano vive muito o espírito do tempo dele. Em um momento recente, acreditou-se que as pessoas com maior sucesso seriam aquelas com grande capacidade analítica, muito foco em processos, números e questões quantitativas. E hoje a própria inteligência artificial está colocando isso à prova, porque ela faz muito bem esse tipo de trabalho. O que ela não faz é o trabalho humano: motivar pessoas, dar feedback, orientar carreira. Esse papel não é delegável. No fim do dia, o que vai permanecer é justamente esse olhar humano da liderança.

E talvez por isso o ponto mais marcante de toda a experiência tenha sido o próprio grupo: pessoas muito maduras, em diferentes momentos da carreira, que compartilharam histórias reais, sem vaidade e sem aquele protocolo empresarial. Isso, para mim, foi o ponto alto de toda a experiência.

Para mim, um bom líder…

… encontra o equilíbrio entre pessoas e resultados. Liderança exige cuidar das pessoas, mas também garantir entrega, desempenho e resultados para a organização.  Esse equilíbrio entre pessoas e resultados é a chave para a liderança. 

E ser um líder com propósito é…

… um ser humano com propósito. Antes do papel executivo, é preciso entender seus valores, sua missão e o que quer entregar ao mundo. Essa busca interior é o que orienta a carreira e, com o tempo, transforma o propósito em legado.


“Talvez o ponto mais marcante de toda a experiência tenha sido o próprio grupo: pessoas muito maduras, em diferentes momentos da carreira, que compartilharam histórias reais, sem vaidade e sem aquele protocolo empresarial.”

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