Fabrício Pinto
Participante T2 - 2026

Fabrício Pinto

“Eu já conhecia metodologias como o 360º, mas uma coisa é pegar um relatório e ler. Outra é ter uma devolutiva no nível que recebemos no Líder com Propósito, com alguém ao seu lado ajudando a enxergar suas fortalezas e seus pontos de vulnerabilidade.”

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Fabrício Pinto é engenheiro civil e construiu praticamente toda a sua trajetória profissional na Incepa, onde atua há quase 28 anos. Entrou como estagiário, passou por um programa de trainee que lhe permitiu conhecer diferentes áreas da empresa e se identificou com o comercial, onde está há cerca de 25 anos.

 

FABRICIO
PINTO

Quando comecei a procurar uma nova formação, imaginava algo mais acadêmico, voltado a negócios e metodologias corporativas. Então conheci a ementa do Líder com Propósito e achei interessante, e já no primeiro encontro percebi que tinha encontrado algo diferente do que estava buscando inicialmente, mas que isso fazia muito sentido para mim.

O programa me provocou muito pela forma como trabalhamos os feedbacks e as avaliações. Eu já conhecia metodologias como o 360º, mas uma coisa é receber um relatório; outra é ter uma devolutiva no nível que tivemos, com alguém ao lado ajudando a enxergar fortalezas e, principalmente, pontos de vulnerabilidade. O difícil não é saber qual é o ponto fraco. É olhar para ele e perguntar: o que estou fazendo para trabalhar isso?

As trocas com a turma também foram muito marcantes. Em duplas ou trios, você conseguia tirar as armaduras e conversar com franqueza sobre um case, uma angústia ou uma situação que estava vivendo. Para mim, esse foi um dos maiores poderes do programa: a confiança construída entre pessoas de empresas e realidades diferentes. A participação de pessoas externas também agregou muito; a história de um participante da Turma 1 do Programa,, por exemplo, me marcou por trazer situações com as quais consegui fazer conexões com a minha própria experiência.

 

 

“Eu já conhecia metodologias como o 360º, mas uma coisa é pegar um relatório e ler. Outra é ter uma devolutiva no nível que recebemos no Líder com Propósito, com alguém ao seu lado ajudando a enxergar suas fortalezas e seus pontos de vulnerabilidade.”

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Outra reflexão que ficou muito forte veio do farol. Para iluminar, ele primeiro precisa se alimentar. Eu estava muito preocupado em formar pessoas e iluminar o caminho dos outros, mas estava esquecendo de mim. O corpo começou a falar, e essa imagem me fez perceber que eu precisava olhar para mim primeiro.

No primeiro encontro ainda existia a dúvida natural de quem não conhece o grupo e não sabe exatamente o que esperar. Depois, cada encontro foi se aprofundando mais, junto com a confiança entre as pessoas. Saio do programa melhor do que entrei: continuo próximo do outro, mas entendendo que, para conseguir dar suporte, preciso primeiro cuidar de mim.

“Para mim, um bom líder…

…cobra, mas não humilha. Sabe ensinar, é humano e entende que, por trás de um cargo ou de uma cadeira, existem pessoas. Também precisa saber gerir pessoas, ler quem está ao seu redor e extrair o melhor de cada um, sem perder de vista a responsabilidade executiva.”

“E ser um líder com propósito é…

…formar pessoas e deixar o mundo um pouco melhor. Para mim, é preparar possíveis sucessores, dentro ou fora da empresa, porque fizeram isso comigo e eu tenho a responsabilidade de fazer o mesmo por outros. Se eu conseguir formar um, dois ou três diretores, já será um grande êxito.”

 

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